Cláudio Castro alega lombalgia aguda para não comparecer à CPI do Crime Organizado

Ex-governador do Rio foi diagnosticado com lombalgia aguda e encaminhará laudo à comissão; senadores votam relatório final do senador Alessandro Vieira nesta terça-feira (14/04)

Por Redação TMC | Atualizado em
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro durante coletiva de imprensa no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, zona sul da capital fluminense
(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) não participará da oitiva da CPI do Crime Organizado. A sessão estava marcada para esta terça-feira (14/04), em Brasília. A ausência foi comunicada nesta segunda-feira (13/04) por meio de nota oficial.

Castro recebeu diagnóstico médico de lombalgia aguda. A condição provoca dores intensas na região lombar. A orientação médica determinou a suspensão de viagens e atividades presenciais. O ex-governador informou que encaminhará o laudo médico à comissão para formalizar a justificativa.

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A sessão desta terça-feira estava programada para ouvir o depoimento de Castro. Os senadores devem acompanhar a apresentação do relatório final elaborado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O documento será votado pelos membros da comissão. O relatório pode incluir sugestões de indiciamento de investigados e propostas de alterações na legislação brasileira.

A comissão parlamentar de inquérito foi instalada em novembro de 2025. Os trabalhos se encerram nesta semana. Membros do colegiado tentaram estender o prazo de funcionamento. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não atendeu ao pedido de prorrogação.

A convocação do ex-governador foi aprovada a partir de requerimento apresentado por Alessandro Vieira. O senador considera o depoimento de Castro relevante para esclarecer aspectos relacionados à atuação do crime organizado no Rio de Janeiro. O depoimento também poderia abordar possíveis falhas no combate às organizações criminosas no estado fluminense.

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Parlamentares que integram a CPI manifestaram preocupação com a possibilidade de ausência de convocados nos últimos dias. A inquietação dos senadores está relacionada a decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF). O tribunal tem desobrigado o comparecimento de convocados em determinados casos.

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