Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (18/04), aos 68 anos. O falecimento marca a quinta perda de um ídolo do basquete brasileiro em um período de 16 meses. Entre dezembro de 2024 e abril de 2026, o esporte nacional se despediu de Amaury Passos, Wlamir Marques, Claudio Mortari, Marquinhos Abdalla e Oscar.
Até 2025, Schmidt foi o atleta que mais pontuou no basquete, com 49.737 pontos ao longo de sua carreira. No ano passado, LeBron James ultrapassou o brasileiro ao superar a marca dos 50 mil pontos.
Amaury Passos faleceu em dezembro de 2024, aos 89 anos. Ele conquistou dois títulos mundiais com a seleção brasileira nos anos 1960. Passos é o único atleta eleito duas vezes MVP de Mundiais em posições diferentes a integrar o Hall da Fama da modalidade.
A versatilidade marcou sua trajetória como jogador habilidoso. Ele atuou na época de ouro do basquete brasileiro ao lado de Wlamir Marques, Rosa Branca, Algodão e Ubiratan.
Wlamir Marques morreu em março de 2025. Muitos o consideram o maior jogador da história do basquete brasileiro. Marques usava a camisa cinco da seleção. Ele era conhecido como “Diabo Loiro”.
O atleta foi protagonista da equipe que conquistou o bicampeonato mundial em 1959 e 1963. Ele também ganhou duas medalhas de bronze olímpicas, em Roma 1960 e Tóquio 1964.
Claudio Mortari faleceu em dezembro de 2025, aos 77 anos. Ele foi um dos técnicos mais vitoriosos do basquete nacional. Mortari comandou a seleção brasileira nas Olimpíadas de 1980.
Sua carreira incluiu passagens por Palmeiras, Sírio, Bradesco, Corinthians, Flamengo e São Paulo. A principal conquista de sua trajetória foi o Mundial de Clubes de 1979, quando estava no Sírio.
Marquinhos Abdalla morreu em março de 2026. Ele disputou três edições dos Jogos Olímpicos pela seleção brasileira: Munique 1972, Moscou 1980 e Los Angeles 1984. Abdalla integrou a equipe vice-campeã mundial em 1970.
Em 1976, ele se tornou o primeiro brasileiro escolhido no Draft da NBA. O Portland Trail Blazers o selecionou.




