Os dois homens presos após a morte de uma jovem de 21 anos durante uma prática de rope jumping, em Limeira, no interior de São Paulo, afirmaram à Polícia Civil que não conseguem explicar como a vítima realizou o salto sem estar conectada ao equipamento de segurança. De acordo com a delegada responsável pelo caso, os suspeitos demonstraram confusão ao prestar depoimento e não apresentaram uma versão consistente sobre o ocorrido.
A jovem morreu após cair de uma altura de aproximadamente 40 metros, depois de receber autorização para saltar da ponte utilizada na atividade. A principal linha de investigação aponta que ela não estava presa à corda no momento do salto, circunstância que teria transformado a experiência de aventura em uma tragédia.
Segundo a polícia, os responsáveis pela operação foram detidos em flagrante e devem responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. As autoridades buscam esclarecer se houve negligência, descumprimento de procedimentos obrigatórios ou erro humano durante a preparação da vítima para o salto.
A investigação segue em andamento e deve analisar imagens gravadas no local, depoimentos de testemunhas e os equipamentos utilizados na atividade. O objetivo é reconstruir a sequência dos fatos e identificar em que momento ocorreu a falha que resultou na morte da jovem.
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