Convocado para a disputa da primeira do Copa do Mundo de sua carreira no Catar, em 2022, o meio-campista Bruno Guimarães falou sobre o baixo desempenho que teve com a camisa da Seleção Brasileira e como tirou lições daquele momento.
Hoje, o camisa 8 é homem de confiança de Carlo Ancelotti na disputa do Mundial e o rendimento tem sido fundamental, com participações em gols. Até aqui, soma quatro assistências em quatro partidas disputadas.
Mudança de postura
Durante a Copa do Mundo de 2022, Bruno Guimarães pouco apareceu. Naquela campanha até as quartas de final contra a Croácia, participou em apenas duas partidas: na vitória por 1 a 0 sobre a Suíça e na derrota para Camarões, também por 1 a 0. No total foram 67 minutos em campo, sempre saindo do banco de reservas.
“Acho que a última Copa serviu muito de aprendizado para mim. Queria muito ter jogado e ajudado mais. Quando tive a oportunidade, não correspondi. Para essa Copa, entrei com um foco diferente. Sempre foi meu sonho estar aqui jogando meu melhor futebol, e acho que é isso que estou fazendo”, afirmou o camisa 8.
Bruno Guimarães ainda comentou que atravessa um grande momento físico e técnico, mas ressaltou que sua contribuição para a Seleção não se resume às assistências. Segundo o volante, o objetivo é dar equilíbrio ao time, abastecer o ataque e manter a intensidade durante toda a partida. Ele também classificou o confronto contra a Noruega como um passo importante na caminhada do Brasil na Copa do Mundo.
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Alteração no estilo de jogo sem Lucas Paquetá
Sobre o jogo diante da Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, Bruno Guimarães afirmou que ser um duelo truncado. Segundo ele, o trabalho da semana foi intensificado para neutralizar os pontos fortes dos noruegueses. “Vai ser um jogo muito difícil, esperamos isso e, acima de tudo, estar num bom dia para fazer nosso futebol e que consigamos a classificação”, afirmou.
Além disso, o posicionamento em campo será diferente nesta partida. Isso porque Carlo Ancelotti não poderá contar com Lucas Paquetá, fora após se lesionar diante do Japão. Segundo Guimarães, o papel em campo muda conforme o jogador que entrar em campo: “Se for alguém mais ofensivo, vou ter um papel mais defensivo nesse jogo. Vai depender da opção que o Mister (Ancelotti) optar”.




