Alvo de uma ação de força-tarefa nacional em 2025 por uma possível ligação com o Primeiro Comando da Capital, a Rede Sol Fuel Distribuidora é responsável pelo abastecimento da frota da Polícia Militar no Rio de Janeiro. A reportagem da TMC teve acesso ao documento assinado no início do ano passado no valor de R$ 168 milhões.
De acordo o documento, o objetivo do contrato é o fornecimento de diesel S10 e gasolina para postos internos da corporação, com isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. Publicado em março de 2025, o termo foi fechado com um prazo de vigência de 24 meses.
O documento estipula que a empresa deve fornecer 32 milhões de litros de gasolina e 4 milhões de litros de diesel S10.
E mesmo quase um ano depois da Operação Carbono Oculto, da Receita Federal do Brasil e do Ministério Público de São Paulo, a PM mantém o contrato com a distribuidora. Segundo as investigações, a Rede Sol mantém R$ 424 milhões em contratos públicos com órgãos federais, estaduais e forças de segurança. As apurações analisam se recursos do PCC foram usados na compra da empresa. Em nota emitida em 2025, a Rede Sol negou qualquer envolvimento.
A reportagem da TMC aguarda um posicionamento da Polícia Militar.




