A Polícia Civil do Rio de Janeiro analisa novas imagens de câmeras de segurança para esclarecer as circunstâncias do acidente que terminou na morte de Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada no último dia 16 em Ipanema, na Zona Sul da capital fluminense.
Os vídeos mostram Mariana ao lado da mãe na calçada, no cruzamento das ruas Visconde de Pirajá e Vinicius de Moraes, quando as duas foram atingidas por uma van. Um pedestre que passava pelo local também acabou atropelado.
As três vítimas foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal Miguel Couto, na mesma região. Mariana não resistiu aos ferimentos. A mãe da jovem e o outro pedestre receberam atendimento médico e tiveram alta posteriormente.
De acordo com a delegada Thaianne Barbosa de Moraes, responsável pelo caso, parte das perícias já foi realizada, mas ainda serão necessários exames complementares antes da conclusão da investigação.
“Não vou antecipar culpa. É preciso aguardar para não fazer injustiças”, afirmou a delegada ao comentar o andamento do inquérito.
As imagens também mostram a van com a parte dianteira destruída após o impacto. Em outra gravação, equipes do Corpo de Bombeiros aparecem realizando os primeiros socorros às vítimas enquanto populares tentam ajudar no local do acidente.
Mariana era filha de Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial do gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para temas de paz e segurança, e de Ana Patrícia Neves Abdul Hak, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires.
A jovem havia acabado de chegar ao Rio de Janeiro, onde pretendia morar e iniciar trabalho em uma multinacional. O sepultamento de Mariana Tanaka Abdul Hak ocorreu em São Paulo, no dia 21/05.
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