STJ nega liberdade a dono da Choquei preso na operação Narcofluxo da PF

Raphael Sousa Oliveira teve pedido liminar de habeas corpus rejeitado pelo ministro Messod Azulay Neto nesta sexta-feira

Por Redação TMC | Atualizado em
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal

A Justiça negou a liberdade de Raphael Sousa Oliveira, proprietário da página Choquei. O Superior Tribunal de Justiça rejeitou nesta sexta-feira (24/04) o pedido liminar de habeas corpus apresentado pela defesa. Raphael está preso em Goiás desde a deflagração da operação Narcofluxo pela Polícia Federal.

O ministro Messod Azulay Neto, relator do caso no STJ, proferiu a decisão. A defesa havia apresentado o pedido liminar em caráter de urgência.

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Pedro Paulo de Medeiros, advogado de Raphael, contestou a prisão preventiva decretada na quinta-feira (23/04). O defensor informou que recorreria imediatamente da decisão judicial. Em nota, o advogado afirmou que buscaria o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, o STJ e, se necessário, o Supremo Tribunal Federal, para “restabelecer a Constituição”.

De Medeiros argumentou que a decisão judicial não individualizava a fundamentação contra seu cliente. O advogado destacou que o documento não apresentava “elementos concretos e específicos que justificassem a imposição da medida extrema em relação ao investigado”.

A Justiça Federal determinou na quinta-feira (23/04) a conversão das prisões temporárias em preventivas de 36 investigados na operação Narcofluxo. O juiz federal Roberto Lemos dos Santos proferiu a decisão após novo pedido da Polícia Federal. Raphael Sousa Oliveira está entre os 36 investigados que tiveram suas prisões temporárias convertidas em preventivas.

A Justiça também manteve a prisão domiciliar de outros três investigados. O tribunal determinou o cumprimento de medidas cautelares para esses alvos cujas prisões temporárias haviam sido convertidas anteriormente.

Entre os investigados na operação Narcofluxo estão MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e outros influenciadores. Com a conversão para prisão preventiva, os investigados permanecerão presos por tempo indeterminado.

O Ministério Público Federal acolheu o pedido da Polícia Federal. A investigação do caso tramita sob sigilo na Justiça Federal.

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