Nos EUA, o setor de aviação enfrenta uma escalada de custos que afeta desde o preço das passagens internacionais até a viabilidade das operações em solo. Impulsionada pelo conflito envolvendo o Irã, a alta exponencial nos combustíveis gerou prejuízos milionários para as companhias aéreas.
Segundo a apuração da TMC, as passagens executivas para a “Brasil Week”, em Nova York, chegaram a custar até R$ 80 mil. Apesar do valor exorbitante, as aéreas estão operando no vermelho nessas rotas.
O motivo é que os bilhetes foram vendidos antecipadamente, em janeiro, antes de o preço do combustível de aviação (QAV) mais que dobrar devido à guerra no Oriente Médio. Atualmente, o combustível representa entre 30% e 40% das despesas das companhias.
O preço dos combustíveis essenciais para movimentar aeronaves no solo, transportar bagagens e abastecer equipamentos disparou até 39% desde o inicio do conflito no Irã. Segundo a Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo), os gastos com combustíveis representam 15% dos custos operacionais dessas companhias.




