O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que o governo federal continua estudando a retirada gradual dos subsídios dos combustíveis. No entanto, segundo ele, o agravamento das tensões no Oriente Médio exige cautela antes de qualquer mudança.
Em entrevista a jornalistas, no Ministério da Fazenda, Durigan disse que o governo não discute ampliar os subsídios que já estão em vigor. De acordo com o ministro, a equipe econômica avalia o momento mais adequado para começar a retirar esses benefícios, conforme a evolução do cenário internacional.
“Eu tinha expectativa, sim, de tirar a subvenção da gasolina num prazo mais curto, mas a situação da guerra se agrava”, afirmou.
Segundo o ministro, o agravamento das tensões no Oriente Médio reforçou a necessidade de cautela na revisão das subvenções. Apesar disso, ele afirmou que a estratégia do governo continua a mesma: retirar os benefícios de forma gradual quando o cenário internacional permitir, mantendo o compromisso com a responsabilidade fiscal e adotando medidas para proteger a população de impactos nos preços dos combustíveis.
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Atualmente, seguem em vigor subsídios de R$ 1,12 por litro de diesel e de R$ 0,44 por litro de gasolina. Durigan afirmou que os benefícios permanecem ativos e que a situação continuará sendo monitorada diariamente pelo governo.




