O Ministério da Fazenda vai começar a cortar o subsídio à gasolina na próxima semana. O anúncio foi feito pelo ministro Dario Durigan nesta quinta-feira (02/07), durante evento sobre reforma tributária no Rio de Janeiro.
Hoje, o subsídio vale R$ 0,44 por litro. Ele funciona como um cashback de tributos federais, ou seja, parte dos impostos cobrados na gasolina é devolvida para segurar o preço final nas bombas.
O modelo segue caminho parecido com o que foi feito no diesel, segundo o ministro.
Na prática, o fim do subsídio pode elevar o preço da gasolina nas bombas. O ritmo do aumento vai depender de como o corte será distribuído ao longo dos próximos meses. O Ministério da Fazenda não divulgou um cronograma detalhado de redução.
O objetivo declarado por Durigan é zerar todos os subsídios a combustíveis no país. “A ideia é retirar totalmente [a subvenção à gasolina] no tempo, com cuidado, porque a gente ainda tem uma incerteza. O preço do petróleo não voltou totalmente ao valor pré-guerra. Mas, certamente, esse é o objetivo, ir retirando para até, nos próximos meses, tirar todo o subsídio que haja a combustível no país”, disse o ministro.
Leia mais: Minerais críticos: Brasil pode ampliar produção global para 12,2% até 2050




