Autoridades internacionais prestam solidariedade à Trump após ataque em jantar

Lula ainda não se manifestou sobre o incidente em Washington

Por Redação TMC | Atualizado em
Autoridades internacionais prestam solidariedade à Trump na rede social X após ataque em jantar (Foto: Reprodução X)

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump foi retirado às pressas de um jantar com jornalistas correspondentes da Casa Branca no último sábado (25/04), após um homem armado romper a barreira de proteção e realizar disparos.

O incidente ocorreu no Washington Hilton Hotel, em Washington, capital dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump (Partido Republicano) foi escoltado imediatamente para fora do local pelo Serviço Secreto e passa bem.

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Autoridades de diversos países manifestaram apoio ao presidente norte-americano após o ocorrido. Até a publicação desta reportagem, o presidente Lula não havia se manifestado oficialmente.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, publicou uma mensagem esta manhã após falar com Trump e condenou o ataque: “Acabei de falar com Donald Trump para expressar minha solidariedade a ele e a Melania Trump após a tentativa de ataque. Graças aos serviços de segurança, ninguém ficou gravemente ferido e o policial ferido está se recuperando. Sublinhamos que a violência política não tem lugar em nossas democracias”.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu (Likud), declarou estar “chocado” com a tentativa de assassinato de Trump. “Estamos aliviados que o presidente e a primeira-dama estão seguros e fortes. Enviamos nossos votos de uma recuperação completa e rápida ao policial ferido e saudamos o Serviço Secreto dos EUA por sua ação rápida e decisiva”, disse.

O presidente da França, Emmanuel Macron (Renascimento), classificou “o ataque armado” contra o presidente dos EUA como “inaceitável”. No X, ele escreveu: “A violência não tem lugar em uma democracia. Estendo meu apoio total a Donald Trump”.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (MSV), condenou “veementemente o ocorrido”. Ela afirmou que “a violência nunca é uma opção para aqueles que defendem os valores da paz”.

O gabinete do presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza), publicou um comunicado no qual “expressa seu mais enérgico repúdio ao novo atentado contra a vida sofrido” por Trump. O documento afirma “celebrar” que “o terrorista tenha sido detido antes que pudesse cometer seu atentado e assassinar alguém”. Segundo a nota, Milei “condena veementemente a retórica violenta da esquerda em todas as partes do mundo que promovem esse tipo de ataques”.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum (Morena), manifestou-se afirmando que “a violência nunca deve ser o caminho”.

O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif (PML-N), disse estar “profundamente chocado” pelo ataque “perturbador”. “Aliviado em saber que o presidente Trump, a primeira-dama e outros participantes estão seguros. Meus pensamentos e orações estão com ele, e desejo-lhe segurança e bem-estar contínuos”, escreveu.

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, declarou em uma publicação no X que o ocorrido é “profundamente perturbador”. Ele disse ser “reconfortante que a ação rápida das forças de segurança tenha garantido” que Trump, a primeira-dama e todos os convidados tenham deixado o local em segurança. “A violência política não tem lugar na vida pública e deve ser firmemente rejeitada”, escreveu.

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