Ao Vivo TMC
Ao Vivo TMC
InícioMundoRir pode matar? Caso britânico dos anos 70 ilustra...

Rir pode matar? Caso britânico dos anos 70 ilustra óbito após gargalhadas intensas

Morte de Alex Mitchell, enquanto assistia a um programa de comédia em 1975, foi um mistério por anos

A TMC foi às ruas perguntar quem as pessoas matariam de tanto rir, se tivessem esse superpoder. Teve gente que citou o personagem hollywoodiano “Curinga”, a esposa e até políticos, mas calma aí, pois o questionamento serviu apenas para introduzir o tema central desta reportagem sobre o Dia Internacional do Riso, neste 6 de novembro.

Matar alguém de rir não é um superpoder, mas teve um caso curioso, no Reino Unido, de um homem que riu tanto, enquanto assistia a um episódio da série britânica The Goodies, que simplesmente morreu. 

A causa da morte de Alex Mitchell foi um mistério por anos. A principal suspeita recai sobre uma condição cardíaca rara que foi, digamos assim, acionada por 25 minutos seguidos de gargalhadas.

O que o Mitchell assistia? A uma luta muito louca em que um escocês de saia usava gaita de foles para se defender, isso lá em 1975.

Neste Dia Internacional do Riso, nossa reportagem ouviu o cardiologista Caio Henrique, que alertou sobre os riscos de gargalhadas prolongadas para quem tem problemas preexistentes e, muitas vezes, nem sabe, como foi o caso Mitchell. O britânico sofria da síndrome do QT longo.

“A síndrome do QT longo é uma doença genética que altera os canais elétricos do coração, e o relaxamento fica demorado. Em situações específicas, pode ter gatilho, fazer uma arritmia maligna e o paciente evoluir para óbito. O sorriso, a gargalhada prolongada intensa está entre um dos gatilhos para a síndrome do QT longo do tipo 2”, explicou o médico.

Leia mais: Seis em cada 100 brasileiras se chamam Maria; veja lista dos nomes mais populares

Mas não quero ver ninguém de baixo-astral por aí, hein? Rir só pode matar em casos extremamente raros. Na verdade, os benefícios são inúmeros, tanto para a saúde física como mental.

“Sorrir é muito bom, traz bem-estar, libera endorfina, reduz o estresse. Então, está todo mundo convidado a sorrir. Só nesses pacientes, com essas alterações raras, pode haver alguns cuidados”, concluiu o especialista entrevistado.

MAIS LIDAS

Notícias que importam para você

Casa Branca exclui postagem em que Trump retrata Obama e Michelle como macacos

Casa Branca exclui postagem em que Trump retrata Obama e Michelle como macacos

Vídeo compartilhado na conta de Donald Trump em rede social foi alvo de críticas por parte de democratas e republicanos
Starlink bloqueia acesso à internet para tropas russas na Ucrânia após pedido de Kiev

Starlink bloqueia acesso à internet para tropas russas na Ucrânia após pedido de Kiev

Empresa de Elon Musk implementou restrições em fevereiro após governo ucraniano identificar uso não autorizado dos equipamentos por forças de Moscou
Trump posta vídeo racista com Obama e Michelle retratados como macacos

Trump posta vídeo racista com Obama e Michelle retratados como macacos

Além do teor racista, material compartilhado por Trump na Truth Social propaga teorias conspiratórias sobre eleições de 2020
Ataque à mesquita no Paquistão

Homem-bomba explode mesquita e deixa 31 mortos e centenas de feridos no Paquistão

Dois policiais disseram que o agressor foi parado no portão da mesquita antes de detonar a bomba