Vídeos que circulam nas redes sociais após a tragédia nas Maldivas mostram o interior da chamada “caverna dos tubarões”, local onde cinco mergulhadores italianos morreram durante uma expedição submarina no atol de Vaavu.
As imagens, gravadas dentro da caverna Thinwana Kandu, revelam passagens estreitas, curvas fechadas e trechos escuros do complexo submerso onde os corpos foram encontrados a cerca de 49 metros de profundidade.
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No local, a estrutura submersa é conhecida por suas características desafiadoras, com corredores apertados que exigem equipamento especializado e experiência avançada.
Vítimas eram pesquisadores experientes
Monica Montefalcone, professora de ecologia, mergulhava acompanhada de sua filha Giorgia Sommacal, do biólogo marinho Federico Gualtieri, da pesquisadora Muriel Oddenino e de Gianluca Benedetti. O grupo realizava uma expedição científica quando ficou preso no interior da estrutura.
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Carlo Sommacal, marido de Monica, afirmou ao jornal La Repubblica que a mergulhadora jamais colocaria a vida da filha ou de outras pessoas em risco por imprudência. “Alguma coisa aconteceu lá embaixo”, declarou.
Operação de resgate
Benedetti foi o primeiro a ser localizado, próximo à entrada da caverna. Na segunda-feira (18), uma equipe finlandesa especializada em resgates encontrou os outros quatro integrantes do grupo no terceiro segmento do complexo, praticamente juntos.
As autoridades das Maldivas ainda investigam as causas da tragédia. Equipes do Reino Unido, Austrália e Finlândia participaram da operação de resgate, que mobilizou recursos internacionais devido à complexidade técnica do local.




