O Relatório Mundial da Felicidade foi divulgado nesta quinta-feira (19/03) e pela 9º vez, a Finlândia foi eleita a nação mais feliz do mundo.
Esse é um relatório que é publicado pela Universidade de Oxford aqui na Inglaterra em parceria com a ONU e com o Instituto Galope, em que são entrevistadas cerca de 100 mil pessoas em 140 países.
Temos também o top 10, composto por Finlândia, Islândia, Dinamarca, Costa Rica, Suécia, Noruega, Holanda, Israel, Luxemburgo e Suíça.
Acesse o canal da TMC no WhatsApp para ficar sempre informado das últimas notícias
E por quê eles são considerados os mais felizes? Porque eles têm índices altos, dos critérios objetivos que são utilizados para definir esse ranking. Entre eles são países com altas taxas de igualdade de renda, com sistemas de saúde fortes, com expectativa de vida alta.
Também são analisados o produto interno bruto do país, a percepção de corrupção que as pessoas têm do seu próprio país, a generosidade das pessoas. Então, esses são os critérios.
O Brasil está na posição de número 32, subiu 12 com relação ao ranking do ano passado e o pior rankeado é o Afeganistão, na posição 147.
Agora, esse relatório também traz um alerta, porque ele mediu o impacto das redes sociais na felicidade das pessoas e, para surpresa de ninguém, o impacto é negativamente alto.
Então eles descobriram que a taxa de felicidade caiu consideravelmente em quem tem até 25 anos.
O relatório concluiu que as pessoas têm maior satisfação de vida se elas usam pouco as redes socias e vice-versa. Isso especialmente entre essa faixa etária e também entre as meninas.
Eles têm também um uma parte do relatório bem ampla especificamente sobre a América Latina. Essa parte diz que o uso de redes sociais que são ligadas exclusivamente a aumentar conexões sociais, está ligado a uma a uma maior ideia de felicidade.
Já as plataformas que são influenciadas por algoritmos tem uma associação negativa com esse conceito de felicidade.
Esse relatório está sendo lançado na véspera do Dia Mundial da Felicidade, que foi criado pela ONU para chamar a atenção sobre o tema.