Em entrevista exclusiva à TMC, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que não foi formalmente citado no processo judicial que cassou seu mandato no Câmara em 2025.
Segundo o ex-parlamentar, sua permanência no exterior foi usada como justificativa para a cassação de seu mandato na Câmara dos Deputados, decisão que, de acordo com ele, teria sido tomada pela Mesa Diretora, sem votação em plenário. Eduardo Bolsonaro também criticou o presidente da Casa, Hugo Motta, ao comentar o episódio.
Ele ainda fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao questionar a condução de investigações e a possibilidade de ser julgado à revelia. O ex-deputado também mencionou instrumentos jurídicos internacionais, como cartas rogatórias, ao tratar da tramitação de processos envolvendo cidadãos no exterior.
Eduardo Bolsonaro ainda argumentou que eventuais condenações poderiam impactar sua participação política futura, ao citar regras da Lei da Ficha Limpa, que prevê inelegibilidade em determinados casos.
Durante a entrevista, o ex-parlamentar também voltou a criticar o que classificou como tratamento desigual em relação a outros ex-presidentes da República em processos judiciais, reforçando questionamentos sobre a atuação das instituições no cenário político brasileiro.




