A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de o advogado carioca encontrado morto na semana passada ter marcado um encontro por meio de um aplicativo de relacionamento antes de desaparecer. A hipótese faz parte das linhas de investigação, mas ainda não foi confirmada. O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também apura a participação de outras pessoas no crime.
A diretora do DHPP, delegada Ivalda Aleixo, afirmou que os investigadores trabalham para identificar o homem que aparece ao lado do advogado em imagens de câmeras de segurança registradas na Vila Madalena.
Nas gravações, os dois entram juntos em uma adega, onde a vítima faz o pagamento de uma compra enquanto o homem permanece próximo durante todo o tempo.
Outro foco da investigação é o momento em que o advogado foi deixado por um carro em Pinheiros, local onde acabou morrendo. Segundo a delegada, a polícia identificou que uma mulher estava no veículo e agora busca descobrir quem ela é e qual teria sido sua participação no caso.
Além disso, os investigadores tentam identificar também quem acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após a vítima ser abandonada no local. Há informações de que uma mulher teria feito a ligação, e a polícia apura se ela é a mesma pessoa que estava no carro.
A investigação ainda busca esclarecer um período da cronologia do crime que permanece sem explicação. De acordo com a delegada Ivalda Aleixo, preencher essa lacuna é considerado essencial para reconstruir os últimos momentos do advogado e identificar todos os envolvidos na morte.
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