O Ministério Público do Rio pediu à Justiça uma ação de improbidade administrativa contra sete ex-assessores do gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro. A medida é usada para responsabilizar pessoas que causaram prejuízo ao dinheiro público ou violaram os princípios da administração pública.
O Ministério Público suspeita de que os ex-assessores tenham participado de um esquema de rachadinha. Por isso, entrou com o pedido para tentar recuperar o dinheiro que teria sido desviado.
Na ação, o MP pede que os investigados devolvam R$ 1 milhão e 900 mil reais aos cofres públicos. Carlos Bolsonaro não está entre os processados por improbidade, e a investigação sobre a conduta dele continua em andamento.
De acordo com o Ministério Público, o então chefe de gabinete, Jorge Luiz Fernandes, era o principal operador do esquema. A investigação aponta que ele recebia repasses de assessores parlamentares, com ajuda da esposa, Regina Célia Sobral Fernandes, que também trabalhava no gabinete.
No mês passado, Jorge Luiz e os outros seis ex-assessores já tinham se tornado réus na esfera criminal pelos crimes de organização criminosa e peculato.
A gente tenta contato com a defesa dos citados.




