A mineira é pré-candidata à deputada estadual pelo PL e o paulista busca uma nova chance na Alesp pelo União brasil. Os dois discutiram com alunos da UFMG, em Belo Horizonte. Eles tentavam fazer conteúdo mas foram retirados pelos jovens. Houve briga, empurra-empurra e Douglas foi filmado trocando socos com um alunos. Saiba mais sobre eles.
Marília Amaral (PL) é mineira, nascida em Pouso Alegre e mora atualmente em Contagem, na Região Metropolitana de BH. Na cidade, preside o PL Mulher. Casada com o deputado estadual Cabo Junio Amaral (PL), foi apresentada como “dobradinha” do mandato do marido como pré-candidata à vaga na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

É formada em Direito e faz pós-graduação em Bioética e Biodireito, pautas da sua atuação pública. Coordena o Instituto Chiara Corbella Petrillo, que oferece apoio e acompanhamento a gestantes para que não optem pela interrupção da gravidez, por meio de recursos privados.
Nas redes, tem quase 100 mil seguidores e se descreve como católica. É ativista do movimento político Direita Minas, onde conheceu o marido, com quem tem três filhos. Além de bolsonarista, assume ter alinhamento com os deputados federal Nikolas Ferreira (PL) e estadual Bruno Engler (PL), ambos mineiros.
Nas redes, tem forte presença digital, com produção de vídeos para mobilização do eleitorado conservador. A mineira já esteve na Universidade Federal de Lavras (UFLA) na semana passada fazendo a mesma provocação aos estudantes.
Além da defesa da vida, seus materiais giram em torno de pautas de costumes, combate à “ideologia de gênero”, polarização ideológica e, junto com o marido, defende o armamentismo da população e mudanças na legislação penal para o combate à criminalidade.
O paulista Douglas Garcia (União Brasil), 32 anos, coleciona processos e registros de provocação e brigas com ativistas e estudantes. Segundo seus advogados, responde a 80 ações judiciais. Bolsonarista declarado, Garcia é um grande influenciador da extrema-direta, com mais de 1,7 milhão de seguidores.
Começou no antigo Partido Social Liberal e foi expulso em 2020. Desde lá já passou pelo Patriota, PTB, Republicanos e Podemos. Atualmente está filiado ao União Brasil. Em 2018, foi eleito deputado estadual por São Paulo pelo PSL, com mais de 74 mil votos. Em 2022, tentou vaga na Câmara dos Deputados e ficou como suplente. Hoje é pré-candidato à vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
Nas redes, descreve-se como cristão, pró-vida e anticomunista Em 2019, assumiu ser homossexual e contra as bandeiras LBTQIAP+. E defende causas como a revogação do Estatuto do Desarmamento, o projeto Escola Sem Partido e o combate ao que chama de “ideologia de gênero”.

Foi suspenso pela presidência da Alesp por envolvimento na disseminação de fake news e ataques ao STF e instituições democráticas. No mandato, recebeu várias denúncias no Conselho de Ética da Casa.
Tem histórico de agressões, polêmicas, é acusado de transfobia, é condenado por ‘dossiê antifascista’ e, na última eleição, ofendeu a jornalista Vera Magalhães no fim do debate entre candidatos ao governo de São Paulo, na TV Cultura. Criou o bloco de carnaval “Porão do DOPS” em homenagem ao torturador Carlos Alberto Ustra.
Declarou não ter bens e R$ 0,00 à Justiça Eleitoral em 2024. Em 2022, ingressou com pedido de “autofalência” à Justiça de SP, alegando ter dívidas de R$ 968 mil e ser incapaz de pagar. Desse valor, cerca de R$ 353 mil seriam de condenações judiciais e o resto de empréstimos bancários.




