Recurso que poderia anular julgamento do caso Henry é negado pela Justiça do Rio

No recurso, a defesa de Dr. Jairinho afirmava que a campanha midiática sobre a repercussão dos fatos levantava dúvidas sobre a parcialidade do júri popular, que poderia influenciar a decisão dos jurados

Por , Rio de Janeiro
(Foto: Bruno Dantas | TJRJ)

O recurso que poderia anular o julgamento que condenou o ex-vereador Jairo Santos Souza Júnior pela tortura e morte de Henry Borel foi negado pela Justiça do Rio.

No recurso, a defesa de Dr. Jairinho afirmava que a campanha midiática sobre a repercussão dos fatos levantava dúvidas sobre a parcialidade do júri popular, que poderia influenciar a decisão dos jurados.

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Na decisão, a desembargadora Maria Angélica Guerra Guedes entendeu que, no caso concreto, não houve a comprovação de nenhum motivo relevante que comprometa o julgamento popular.

Jairinho foi condenado a 43 anos, 6 meses e 20 dias por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação pela morte de Henry Borel. A mãe da criança, Monique Medeiros, recebeu perdão judicial.

Henry morreu em 8 de março de 2021, aos 4 anos de idade. O pai do menino, Leniel Borel, entregou-o aos cuidados da mãe, no apartamento dela, na Barra da Tijuca, na noite anterior.

Na madrugada, Monique Medeiros e Jairo levaram o garoto ao Hospital Barra D’Or, na mesma região, onde alegaram que Henry tinha “caído da cama” e não estava respirando. No entanto, a criança já estava sem vida.

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