A atriz Juliana Knust manifestou apoio ao projeto de Juliano Cazarré voltado para discussões sobre paternidade e masculinidade. O pronunciamento ocorreu nesta sexta-feira (24/04) por meio de vídeo publicado em suas redes sociais. A declaração intensificou o debate sobre “O Farol e a Forja”, curso criado pelo ator que já dividia opiniões nas plataformas digitais.
Cazarré, pai de seis filhos, idealizou o encontro para abordar temas como responsabilidade paterna, fé e saúde masculina. O evento está programado para julho deste ano em São Paulo. A iniciativa foi apresentada como “o maior encontro de homens do Brasil”.
Juliana questionou a recepção negativa ao projeto. “Desde quando falar de paternidade virou um problema? Um homem como Juliano Cazarré, pai de 6 filhos, casado, trabalhador, um homem religioso, um cara de bem, cria um encontro pra discutir responsabilidade, presença, fé, saúde masculina. E isso é tratado como ameaça?”, afirmou.
A artista estabeleceu paralelo com reuniões femininas para discutir direitos e questões de gênero. “Quando nós, mulheres, a gente se reúne pra falar das nossas dores, da nossa força, dos nossos direitos, isso é necessário. É legítimo, urgente, inegociável.” A gente sabe o medo que existe, a gente vive isso na pele, os números estão aí gritando, não dá pra fingir que não existe! Mas, justamente por isso, quando homens querem se reunir pra serem melhores, por que que isso incomoda?”, declarou.
O pronunciamento gerou reações de outras personalidades. Pri Sol demonstrou concordância com o posicionamento de Juliana. “Gente esquisita, Deus me livre! Concordo com você! O bom é que agora fizeram o evento lotar, olha que legal! Há males que vêm pro bem”, escreveu. Monica Carvalho reagiu com emojis de aplausos. Ana Hickmann também manifestou apoio ao conteúdo publicado.
O autor Ullisses Campbell apresentou perspectiva distinta sobre a controvérsia. “Talvez ele não soube se comunicar. Não foi essa a mensagem que a postagem dele passou em massa”, ponderou.
A descrição do curso divulgada pelos organizadores afirma: “Ele vê homens perdidos. Famílias se desfazendo. Uma sociedade que enfraqueceu os homens e que está pagando um preço alto por isso”. A proposta inclui discussões sobre responsabilidade, fé e saúde masculina.




