Reservatórios que abastecem Grande SP atingem 55,4%

Sistema Integrado Metropolitano registra crescimento gradual desde outubro, quando estava em 28,7% e plano de contingência foi acionado pela Arsesp

Por Redação TMC | Atualizado em
(Foto: Reprodução/Alesp)

A capacidade dos reservatórios do Sistema Integrado Metropolitano chegou a 55,4% nesta segunda-feira (16/03). Os reservatórios fornecem água para a região metropolitana de São Paulo. O crescimento foi de 5,33 pontos percentuais em relação ao índice registrado há uma semana.

O “volume útil” estava em 50,07% no último levantamento semanal. A Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) mantém um plano de contingência desde 24 de outubro para reduzir o consumo de água na região.

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Evolução do volume útil

O nível dos reservatórios apresentou recuperação gradual desde outubro. Quando a Arsesp estabeleceu o plano de contingência, o “volume útil” do SIM estava em 28,7%. O índice subiu 26,7 pontos percentuais desde então.

A escassez de água é provocada pela ausência de chuva na região metropolitana. O “volume útil” representa a diferença entre o volume total dos reservatórios e o “volume morto”. A água do “volume morto” permanece abaixo do ponto de captação normal. Ela somente pode ser extraída através de bombeamento.

Faixas do plano de contingência

O plano estabelece 7 faixas de contingência com diferentes limites e medidas. A faixa 1 é acionada quando o nível fica abaixo de 59,9%. Ela prevê revisão das transposições de bacia e reforço das campanhas de uso consciente da água.

A faixa 2 entra em vigor abaixo de 53,09%. Determina redução da pressão na rede de abastecimento por 8 horas noturnas. A faixa 3 é aplicada abaixo de 47,09%. Estabelece redução de pressão por 10 horas.

A faixa 4 vale abaixo de 41,09%. Prevê redução de pressão por 12 horas. A faixa 5 é acionada abaixo de 35,08%. Determina redução de pressão por 14 horas.

A faixa 6 entra em vigor abaixo de 25,09%. Estabelece redução de pressão por 16 horas. Prevê também instalação de bombas para captar o “volume morto” e ligações emergenciais em hospitais, clínicas de hemodiálise, presídios e postos de bombeiros.

A faixa 7 é aplicada abaixo de 15,09%. Prevê rodízio no abastecimento.

Situação atual

A medida de contingência permanece na faixa 3. A redução da pressão da água continua por 10 horas ao dia. A mudança para uma faixa com maior tempo de redução da pressão ocorre apenas quando o nível permanece abaixo do limite por 7 dias consecutivos.

O retorno a uma faixa anterior exige que o nível permaneça acima do limite por 14 dias consecutivos. As faixas do plano de contingência de São Paulo são alteradas a partir de uma avaliação geral do comportamento do sistema integrado.

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