Uma trilha de 3.500 km que liga pontos turísticos, cartões-postais e áreas de conservação em todas as regiões do estado. A primeira vista, parece algo utópico, mas essa é a realidade da ‘Volta ao Rio’, iniciativa que conecta trilhas já conhecidas e outras mais escondidas, que pertencem à Rede Brasileira de Trilhas.
O percurso cruza diversas cidades fluminenses e reúne trechos a pé, de bicicleta e até de caiaque. A chamada supertrilha foi lançada no início de maio e inclui o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque Nacional do Itatiaia e o Parque Estadual dos Três Picos.
Pelas redes sociais, o biólogo Luiz Aragão vem registrando a participação dele no projeto. A jornada do trilheiro começou no Cristo e já passou por Magé, Petrópolis e Teresópolis. O objetivo é registrar todos os 3.500 km da Volta ao Rio.
Segundo os organizadores do projeto, o percurso pode ser realizado em diferentes etapas e em diferentes momentos. A ideia é expandir a iniciativa para integrar todos os 92 municípios fluminenses.
Além da Rede Brasileira de Trilhas, a proposta conta com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, do Instituto Estadual do Ambiente, da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro, do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério do Turismo e de prefeituras locais.




