O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira (04/06), durante a Marcha para Jesus em São Paulo, que o evento representa uma resposta ao que chamou de “mundo do mal” e declarou que esse grupo “vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano”, se referindo ao presidente Lula. A manifestação reuniu lideranças evangélicas e autoridades políticas de diferentes espectros ideológicos.
“Vamos orar pelo Brasil nessa guerra espiritual. Hoje é a maior resposta que podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano, em nome de Jesus. Amém”, disse Flávio.
A manifestação religiosa contou com a presença de diversas lideranças políticas ligadas à direita. Entre os participantes, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), o senador Flávio Bolsonaro, o ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e pré-candidato ao Senado, Guilherme Derrite (PP), e o presidente da Assembleia Legislativa paulista e também pré-candidato ao Senado, André do Prado (PL).
Messias “escanteado”
Também participa do evento o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias. Rejeitado pelo Senado para uma vaga o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro deve ser indicado novamente por Lula. Apesar da presença no trio em que estavam os políticos de direita, Messias foi “escanteado” e ficou do lado oposto em que estavam Flávio, Tarcísio e outros membros da oposição ao governo federal.
Marcha para Jesus
A Marcha para Jesus deve reunir cerca de 2 milhões de pessoas na capital paulista, segundo estimativas dos organizadores. Considerado um dos maiores eventos evangélicos do país, o encontro teve como um dos momentos de maior repercussão a fala de Flávio Bolsonaro, que classificou o cenário político como uma “guerra espiritual” e afirmou que “o mundo do mal vai ser expulso do governo desse Brasil”.




