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Advogado aponta que relação “pode ser mais intensa” entre investigados e crime organizado

Davi Tangerino participou na manhã desta quarta-feira (04/03) do TMC 360 e falou sobre a terceira fase da Operação Compliance Zero

Por Redação TMC | Atualizado em
Câmera Fotográfica (Foto: Reprodução/ CBELLI )

Davi Tangerino, especialista em advocacia penal-empresarial participou na manhã desta quarta-feira (04/03) do TMC 360 e falou sobre a terceira fase da Operação Compliance Zero.

“Existem pontos de conexão entre o que se vêm apurando em relação ao Banco Master e aquilo que foi apurado na Operação Compliance Zero, em que tinha Reag e dinheiro do PCC, então talvez a proximidade desta turma com o crime organizado seja mais intensa que poderíamos imaginar”, disse o advogado.

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Sobre a nova relatoria do ministro Mendonça, que assumiu o caso no STF no mês passado, Tangerino afirmou que o magistrado será mais “firme” que seu antecessor.

“Me parece que o ministro André Mendonça está bastante determinado a fazer uma sinalização pública de que não vai conduzir o caso com a leveza e tranquilidade com que Dias Toffoli estava conduzindo, ele será firme e parece que quer mandar o recado que os ventos mudaram na condução desse caso”, comentou.

Ao ser questionado sobre o envolvimento de servidores do Banco Central, o advogado respondeu que não há uma grande novidade. “Corrupção sempre houve e há no Brasil e certamente um esquema deste tamanho não poderia ter sido duradouro e bem-sucedido como foi sem cooptação de agentes públicos. Não gera nenhuma surpresa de que haja cautelares envolvendo servidores do Banco Central”, respondeu.

Assista a entrevista na íntegra:

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